sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Resumão: Perspectivas políticas e econômicas para 2012

Aqui vai um breve relato sobre o que precisamos saber para entender um pouco mais essa tão preocupante crise. 

Então vamos por partes. Já que temos que nos inteirar no mundo econômico e político para tentarmos imaginar um  futuro financeiro mais seguro, vamos devagar. Primeiro o risco político.

Toda essa incerteza que ainda vigora em 2011 e irá perpetuar em 2012 começou em 2007 e chegou com tudo em 2008, que atingiu EUA com a quebra do banco Lehman Brothers.
De lá para cá, as dúvidas e incertezas da riqueza mundial e a capacidade de gerarmos renda só tem aumentado. Dívidas infinitas e mundo gerando menos renda. Como pagar? O ideal é todos trabalham, ganham, e gastam. Mas produzindo menos, trabalha-se menos e ganha-se menos ainda. Como gerar riqueza? Ou como estimular a economia? Primeiro achamos que EUA daria calote, depois Europa e China. Mas chegou mesmo a vez da Europa. O foco é o velho continente. Entrou na fila dos endividados e não saiu mais. Precisam achar uma solução para os países da Zona do Euro, encontrar políticas monetárias, fiscais e comercial para toda a região.

O político do econômico ficou difícil de separar. A solução para a crise depende de medidas fiscais que busquem a recuperação econômica. Todavia, as munições monetárias e fiscais estão se esgotando. E além de tudo, o risco político não diminuirá tão logo, já que haverá eleições nos próximos anos de países que representam quase a metade de todo o PIB mundial. (uiiii!!! isso é realmente muito dinheiro!!!). Anos de eleições são vistos com cautela, uma vez que os políticos arriscam tudo para continuar no comando. 2012 é a vez de sabermos se Obama continuará o todo-poderoso do mundo, se a França ainda terá a mais bela 1ª dama, com Sarkozy no comando e ainda tem a troca de líder na China. 

Estudando o passado, vemos que em tempos de crises de dívida, o sistema político se torna dividido e fragmentado. 

E além de tudo nunca foram feito tantos protestos e revoltas populares ao redor do mundo como agora. São distintos um do outro, mas possuem algo em comum: cidadãos comuns que sentem que uma pequena minoria tem sido beneficiada em detrimento de outros por culpa do sistema político e econômico.

Bom, isso é um resuminho desse livro aí. Espero que dê para entender pelo menos o básico. 
Depois posto mais coisas...afinal é globalização, minha gente. E as informações são infinitas!! 


"A maldição da desalavancagem é a desaceleração econômica." Essa frase mostra que o mundo cresceu fazendo dívidas, e agora precisamos pagá-las. Mas como fazer isso sem gerar mais dívida? Sem nos endividarmos não conseguimos investir mais e assim gerar mais bens, produtos e serviços. Teremos que frear o crescimento... mas o quanto isso será ou não saudável para as finanças mundiais. Eis a dúvida que paira no ar. Empresas, famílias, nações conseguirão sobreviver intactas??? Espero mesmo que sim!!!